terça-feira, 16 de outubro de 2012

Seminario 6ª Primavera de Museus



Seminario 6ª Primavera de Museus

          O seminário sobres as ações educativas do mk foi realizado através de formações de explicações dos guardiões da memória , e também de professores da escola indígena kanindé.
abaixo fotos do evento:
           Painel expositor da 6ª primavera de museus "auditório da escola kanindé".
                         Alunos indígenas kanindé participando do encontro.
                               Expositor dos significados a serem debatido
                          Alunos em atenção as assimilações do seminário
                        Alunos participantes da sistematização do encontro.
                     Cacique Sotero explica um pouco da história do museu.
Sinhô Bernardo palestrante do seminário explica sobre a importância de aprender com as peças do museu.
        Alunos apresentando o que aprenderam no curso de arquitetura indígena realizado durante a semana e apresentado durante o seminário "mapa" arquitetura do museu kanindé seu espaço físico".
          Explicação da construção de significados para todos os participantes.
        Professor Paulo Eduardo Campos também contribuiu com o seminário foi um dos palestrantes alem de lideranças tradicionais do povo indígena kanindé.

FONTE: Museu Kanindé   mkindio.blogspot.com

Oficina: Etno Construção kanindé.


Oficina: Etno Construção kanindé.

           Deram inicio pela manhã desta quinta, 27 de setembro de 2012  e terá seu termino neste sábado a oficina etno construção kanindé, jovens lideranças, professores kanindé poderam discutir, analizar e construir uma proposta arquitetônica para o ponto de memória: museu indígena kanindé, uma Área expositiva onde possa abrigar com mais segurança as peças do ponto de memória museu indígena kanindé, a presente faz parte das oficinas propostas pelo museu indígena kanindé garantidas no projeto pontos de memória do brasil como formação e difusão da história indígena kanindé.

       Com a participação do professor Paulo Eduardo Campos - professor logo na parte da manhã começou uma discussão mostrando alguns tipos de espaço físico e suas formações em arquitetura indígena , salientando sempre a forma de como as tradições culturais indígenas permearam nesses aspectos, muitos alunos que estavam presentes poderam dar sua opinião como gostariam que fosse o espaço do museu dos kanindé, teve a participação deste momento do cacique Sotero o fundador do museu indígena kanindé que muito contribuiu nesse estudo de formação.

        Os participantes poderam também sentir de perto o local de construção onde os mesmos poderão fazer medições do local e verificar atentamente cada passo de como se daria a planta de um espaço como aquele que será de grande importância para o povo indígena kanindé.

           Na parte da tarde tarde foi a vez de se reunir com lideranças tradicionais para discutir as principais demandas do novo espaço do museu dos kanindé, ai entraram em campo dialogo fazendo diagnósticos como qual seria os objetos que os kanindé tem que são da fonte natureza para dar um brilho e um perfil melhor ao espaço museológico que diante dessas formas foi um dia de muito proveito.

Confira outras imagens do dia:
                                           professor paulo campos e aluno desenhando a planta
                                         alunos em debate e aprendizagem

FONTE: Museu Kanindé  mkindio.blogspot.com

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Lei do Ventre Livre





Lei do Ventre Livre

A Lei do Ventre Livre, também conhecida como “Lei Rio Branco” foi uma lei abolicionista, promulgada em 28 de setembro de 1871 (assinada pela Princesa Isabel). Esta lei considerava livre todos os filhos de mulher escravas nascidos a partir da data da lei.

Como seus pais continuariam escravos (a abolição total da escravidão só ocorreu em 1888 com a Lei Áurea), a lei estabelecia duas possibilidades para as crianças que nasciam livres. Poderiam ficar aos cuidados dos senhores até os 21 anos de idade ou entregues ao governo. O primeiro caso foi o mais comum e beneficiaria os senhores que poderiam usar a mão-de-obra destes “livres” até os 21 anos de idade.

A Lei do Ventre Livre tinha por objetivo principal possibilitar a transição, lenta e gradual, no Brasil do sistema de escravidão para o de mão-de-obra livre. Vale lembrar que o Brasil, desde meados do século XIX, vinha sofrendo fortes pressões da Inglaterra para abolir a escravidão.

Junto com a Lei dos Sexagenários, A Lei do Ventre Livre (1887), a Lei do ventre Livre serviu também para dar uma resposta, embora fraca, aos anseios do movimento abolicionista.

LEI Nº 2040 de 28.09.1871 - LEI DO VENTRE LIVRE 

A Princesa Imperial Regente, em nome de S. M. o Imperador e Sr. D. Pedro II, faz saber a todos os cidadãos do Império que a Assembléia Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte:

Art. 1.º - Os filhos de mulher escrava que nascerem no Império desde a data desta lei serão considerados de condição livre.

§ 1.º - Os ditos filhos menores ficarão em poder o sob a autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão a obrigação de criá-los e tratá-los até a idade de oito anos completos. Chegando o filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá opção, ou de receber do Estado a indenização de 600$000, ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos completos. No primeiro caso, o Govêrno receberá o menor e lhe dará destino,em conformidade da presente lei.

§ 6.º - Cessa a prestação dos serviços dos filhos das escravas antes do prazo marcado no § 1°. se por sentença do juízo criminal reconhecer-se que os senhores das mães os maltratam, infligindo-lhes castigos excessivos.

Art. 2.º - O govêrno poderá entregar a associações, por êle autorizadas, os filhos das escravas, nascidos desde a data desta lei, que sejam cedidos ou abandonados pelos senhores delas, ou tirados do poder dêstes em virtude do Art. 1.º- § 6º.

§ 1.º - As ditas associações terão direito aos serviços gratuitos dos menores até a idade de 21 anos completos, e poderão alugar êsses serviços, mas serão obrigadas:

1.º A criar e tratar os mesmos menores;

2.º A constituir para cada um dêles um pecúlio, consistente na quota que para êste fim fôr reservada nos respectivos estatutos;-

3.º A procurar-lhes, findo o tempo de serviço, apropriada colocação. 

Entre outros Artigos
Fonte: www.dhnet.org.br

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Aula de Informática na EJA

Alunos da Eja, estudando Informática 


As aulas tem com finalidade a introdução da inclusão do aluno da EJA, 3º segmento, no mundo digital. no desenvolvimento de atividades simples, que complementam suas aprendizagens. 

 Tendo como objetivos principais:
- Levar o aluno jovem e adulto a reconhecer e identificar diferentes tipos de texto usando o recurso do computador; 
- Defender pontos de vista com argumentos coerentes; 
- Reconhecer seus direitos e deveres como cidadãos vivendo em um mundo globolizado, , sentindo que          fazem parte desse mundo, sabendo de seus direitos e deveres; 




segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Tempo Comunidade Setembro 2012

Os alunos do 4º ano do ensino fundamental ao 2º ano do ensino médio estiveram trabalhando toda a semana com o tema DROGAS, no qual tiveram aulas com os professores e palestras com pessoas da área de saúde.

Neste segunda dia 17 de junho, apresentação dos trabalhos realizado durante a semana, no qual se inicia como de costume com o ritual sagrado do toré “dança Indígena do povo Kanindé”.
O seminário se inicia com a música “E preciso saber viver”, no qual foi refletido, pela professora Ivonês Bernardo, abordando a questão das DROGAS na vida de um ser humano.


A primeira turma a se apresentar foi as turmas do 4º e 5º  ano, no qual apresentaram suas aprendizagens através de verso.

Trabalhos do Grupo:

    Versos 

Não vai fumar
Não vai fumar
Porque você tem
Uma família para alimentar.

Se seu pai fumar
Der um conselho
Para ele parar,
Para sua vida melhorar.

Se seu amigo lhe oferecer  cigarro diga que não
porque o cigarro e muito ruim  e vai piora seu pulmão.

Não vai fumar
Não vai fumar
Porque se você fumar
Você vai se viciar.

Meus amigos e minha amigas
Não usem nenhum tipo de droga
Porque se você se viciar
Sua vida vai piora.

Meu amigo não use droga
Porque se você usar
Sua vida
Pode até se acabar.

Minha gente, gente boa
Uma coisa eu vou falar,
A droga esta  em todo canto  em todo canto ela está.



Meu amigo escute o que eu vou falar
Se não parar
De utilizar o craque
O câncer vai lhe pegar.

Meu amigo
Escute o que vou lhe falar
Se não para de usar drogas
Uma doença grave vai pegar.

Craque e ruim
Craque e ruim demais
Se não se prevenir
Nunca vai ter a paz.

Nunca peque na maconha
Se não vai se viciar
E dela nunca
Vai se separar.

Você que um conselho
Para não se  prejudicar
É só não usar drogas
E a saúde vai bomba.

Tem gente que não sabe como se livra
Dos seus problemas e procura se livra
A droga é a pior conselheira
Que ele vai procura.

Você que um conselho
Eu vou te da,
Se não parar de fumar
Drogas você vai se viciar.



Não use craque
Porque ela tem efeito imediato
E em todos seus sentidos
Ela vai causar mau trato.

As drogas é um problema
Dentro de nossa nação
Mata gente e faz guerra
Mata sem ter precisão.

A maconha e ruim
A maconha e perigosa
Tira a vida das pessoas
Corajosas e preguiçosas.

Não use droga  se não
Vai fazer mal para seu coração
Prejudicando também
Até mesmo  o seu pulmão.

Não peque na maconha
 E nunca vá fumar
Se não
Pode ate  se viciar.

Meu amigo e minha amiga
 Não vá se preocupar
 A vida e muito bela
 Você deve aproveitar.

A Cocaína não e bom
Causa doença no pulmão
E acaba  levando
Você ao  chão.

Café com coca cola  misturada
Vira uma droga que pode lhe viciar
 Passando muito tempo
 Você não vai mais parar.

Droga é muito ruim
Quando começa a fumar
Apenas no cemitério
 Ela pode terminar.

A droga não e bom
Causa doença no coração
Se não tomar cuidado
Vai acabar no caixão.

Maconha e muito ruim
Maconha e ruim de mais
Quando a gente se vicia
 E duro voltar atrás.

Cocaína afeta o pulmão
Quem não tiver
Cuidado vai para
 Em um  caixão.

Quem usa anabolizante
Fica mais fortão
Quem não usar
Vai ficar com cara de sem noção.

Droga e muito ruim
Se na cidade ela chegar
A vida de muito jovens
Ela pode acaba

Amanha eu vou
Quando eu chegar
Eu começo a fumar
Quando eu termino eu vou brigar.

Minha gente,
Gente boa
Uma coisa eu vou dizer
Droga é ruim para mim e para você.

Droga nunca vou usar
Se alguém lhe oferecer
 Diga não!!
 E mande ir trabalhar

Escute o conselho que eu vou lhe dar,
Craque e perigoso
Podendo ate lhe matar

A droga faz muito mal
Por isso eu digo logo
Se não babau!!

Aqui eu vou finalizar
Um verso de arrepiar
Não use drogas
E nem vá fumar.
Drogas Não!!!!!!! 


A segunda turma a se apresentar foi as turmas do 6º e 7º  ano, no qual apresentaram seus trabalhos através de uma apresentação eletrônica, abordando os tipos de DROGAS, e suas causas e reações que as ela provoca ao corpo. Explicam também os problemas que as DROGAS está provocando a sociedade, e com podemos sair do mudo das DROGAS.

Trabalhos do Grupo:


Vida de viciado
Todo dia acordo cedo, só quero mim drogar, não tou nem aí pro que os outros vão falar, sempre roubo o dinheiro em qualquer lugar, eu só quero é fumar.
Só vejo a minha mãe tentando mim ajudar, mais não consigo lhe escutar, meus amigos sempre pedem para eu parar mais não consigo mim controlar.
A cocaína e a maconha é muito fácil de arranjar, por isso que ninguém consegue recusar , se alguém da minha família pudesse mim ajudar talvez conseguisse parar, mais como ninguém tenta mim ajudar como é que eu vou parar.
Levo vida de viciado uso muita droga, sei que um dia vou morrer de tanto usar mais não consigo mais parar. é o jeito vou me viciar.


A terceira turma a se apresentar foi as turmas do 8º e 9º  ano, no qual apresentaram  suas aprendizagens através de músicas, uma alerta para não usar DROGAS, um momento que todos os alunos participaram, cantando num ritmo só.  






A quarta equipe a se apresentar foi aa turmas do ensino médio, no qual apresentaram uma peça teatral.

PEÇA TEATRAL
Personagens:
PEDRO garoto drogado (Edvan)
LAURA namorada de Pedro (Camila)
EMILE amiga de Laura (Izakelly)
MICHELE mãe de Laura (Arialda)
JAIRZÃO traficante (Wagner)
CEZINHA matador (Paulo Sergio)
ARNALDO pai bêbado de Laura (Carlos Leoni)
MARCÃO capanga de Jairzão (Antônio Jose)

Um Exemplo em Minha Vida

NARRADOR: Tudo começa em um pequeno bar da cidade de Aratuba. Enquanto Laura e alguns amigos conversam e se divertem, Arnaldo pai de Laura, totalmente bêbado, chega ao bar e arma a maior confusão com a filha, xinga a garota que fica morrendo de medo e vergonha.
Laura tenta se defender de seu pai, Pedro que passava por ali, vê a situação e entra na briga para defender  aquela desconhecida que acabaria sendo sua namorada.
Tempos depois, ao conviver mais com Pedro, Laura acaba descobrindo coisas que jamais teria imaginado acontecer, a bela jovem acaba descobrindo que seu namorado era usuário de drogas ao passar por um beco, já conhecido por boca de fumo, e depara-se com seu namorado já sob o efeito da droga e acabam discutindo.
Em certo momento Laura sai correndo, chorando, liga desesperada para a amiga Emile que vai ao encontro da dela que aconselha Laura a desistir de Pedro. As duas discutem e saem para lados diferentes.
Ao chegar em casa, Emile entra correndo sem falar nada, sua mãe fica preocupada e tenta conversar com a filha. A mãe não quer que a filha siga seu exemplo, um marido bêbado e violento.
Laura e a mãe decidem convencer Pedro a ir para uma clinica de reabilitação se tratar.
Laura consegue levar Pedro para a clinica.
Dois meses depois Pedro convence Laura a tira-lo da clinica.
Ao sair da clinica, Pedro encontra seus “amigos” que o convencem a voltar às drogas.
Após um período, Pedro vai se tornando mais viciado, fica devendo uma grande quantia a um traficante chamado JAIRZÃO. Irritado com a divida, Jairzão manda Marcão, um de seus capangas cobrar a divida, mas como Pedro não tem o dinheiro ele dar uma semana de prazo a Pedro.
Infelizmente Pedro não consegue o dinheiro, quando Pedro esta na casa de Laura, Marcão e outro comparsa chega para pegar o dinheiro, Pedro se desespera e pede mais uns dias de prazo, eles concordam, porem, quebram toda a casa de Laura.
Dois dias depois, quem vai cobrar a divida de Pedro é Cezinha, matador profissional de Jairzão. Ao chegar à casa de Laura, onde passava uns dias. Estando em casa, Pedro e Laura escutam a campainha tocar.
Laura abre a porta e depara-se com Cezinha.
Pedro se desespera e discute com Cezinha.
Cezinha se irrita e atira em Pedro.
Ao ver seu namorado ferido, Laura agarra Pedro, agonizando de dor.
Pedro pede perdão a Laura por a ter feito sofrer tanto.
Ao ver a cena, Cezinha sai correndo e desaparece, ninguém nunca mais viu ou ouviu falar dele.

MORAL DA HISTÓRIA: Amigos de verdade cultivamos. Amigos que não valem a pena, ignoramos. Cuide de sua vida e não entre nessa.  Droga mata. Droga é roubada, sai dessa, vaaaaaza.

TURMAS: 1º e 2º Ano do Ensino Médio.









terça-feira, 3 de julho de 2012

Tatu Peba



Nome popular: Tatu peba

Nome científico: Euphractus sexcintus


Habitat: lugares áridos 

Hábitos alimentares: : plantas e insetos.

Reprodução: 60 a 65 dias de gestação.

Período de vida: 18 anos

 Mede em média de 40 a 95 cm cabeça e corpo, cauda com 12 a 24 cm e pesa em torno de 3.2 a 6.5 kg. A coloração predominante é o laranja e o marrom. 

A maioria dos indivíduos possui pêlos em quantidade razoável que servem de proteção. Esta espécie tem a cabeça pontuda e achatada, e o corpo possui de seis a oito faixas que se movimentam. 

 Sua toca é cavada com uma profundidade aproximada de 2 m, nos campos mais áridas que consistem seu habitat. Sempre defecam no mesmo lugar e do lado de fora da toca. A dieta consiste em plantas e insetos; são solitários, e abundantes em plantações, causando grandes prejuízos, pois se alimentam de brotos de milho e outras plantas.
Atingem a maturidade com 09 meses. A fêmea possui um tempo de gestação de 60 a 65 dias. 


 Tatu Peba com Filhotes, que se reproduziu na aldeia


Encerramento 1º semestre

Encerramento das aulas 1º semestre da escola Indígena Kanindé, (27-06).

 Como já é de tradição na escola reservar esse dia, como também os índios kanindé respeitam esses dias de Santo Antônio, São João e São Pedro, costume herdado dos mais velhos da comunidade.
Na escola  esse dia é de festa, pois temos apresentações de cordéis, falando desses dias festivos, barracas com comidas típicas da comunidade, brincadeiras e dança de quadrilha. 

   

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Criança Kanindé, cantando em tupi


Festa do Munguzá

Neste sábado dia 23 de junho, se realizou-se a festa tradicional do povo kanindé, a festa do munguzá, que na comunidade é conhecido como muncunzá, comida típica do dia-a-dia das familias kanindé.
Iniciou-se com a palavra do cacique José Maria Pereira ( CaciqueSotero), como é conhecido, falando da importância do momento para a comunidade.
No segundo momento convida todos para participar do ritual sagrado, no qual participaram crianças, jovens e idosos da comunidade. E no final da festa, todos saborearam do munguzá.


terça-feira, 29 de maio de 2012

Tabagismo

Nesta Terça-feira alunos participaram de uma palestra, com a Dra. Patricia Karla no qual o tema discutido foi TABAGISMO, no começo foi explicado em slide, no qual aborda que 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos de idade, sendo que 15 anos é a idade média de iniciação. E o índice é que 100 mil jovens começam a fumar no mundo a cada dia, Segundo o Banco Mundial.

Aluna: Rafaela 1º ano EM

sexta-feira, 18 de maio de 2012

10ª Semana Nacional de Museus



    Nesta sexta feira dia 18 de maio o ponto de memória: museu indígena kanindé realizou o seminário antropologia e educação escolar indígena kanindé com mesa redonda sobre as praticas museais do ponto de memória: museu indígena kanindé, essa programação faz parte da 10ª semana nacional de museus que acontece e é realizado por instituições museológicas de todo o brasil promovido pelo instituto brasileiro de museus "IBRAM"/MINC. A discussão ao debate levou toda uma formalização sobre qual o papel do ponto de memória: museu indígena kanindé dentro do processo educacional do nossos alunos indígena, até onde museu kanindé e escola diferenciada de ensino fundamental e médio Manoel Francisco dos Santos podem estrategicamente ter uma proposta de educação diferenciada para o povo indígena kanindé, isso vai relativamente ao tema em discussão nesta 10ª semana nacional de museus em um mundo em transformação- novos desafios, novas inspirações, que é mostrar que o patrimônio cultural do povo indígena kanindé deve contribuir na formação de um cidadão indígena consciente e acima de tudo valorizador da sua cultura tradicional.

     O momento é iniciado com o ritual sagrado do toré, em busca de bons trabalho durante este dia. Logo apos dirigimos para o auditório para iniciarmos as discursões, professor Suzenalson da silva inicia aborbando a programação do seminário. Em seguida José Maria Pereira, conhecido com Cacique Sotero,fundador do Museu Kanindé, fala de suas emoções em tá hoje com este momento na comunidade, que é comemorado esse dia em todo Brasil, e conta um pouco da História do Museu canindé.  


       Na oportunidade foi feita uma expedição da escola indígena kanindé até o ponto de memória: museu indígena kanindé onde o cacique da aldeia José Maria Pereira (cacique Sotero) conjuntamente ao núcleo educativo do ponto de memória museu indígena kanindé que fez a amostra da machadinha de pedra polida encontrada na serra do pindar "Canindé" que nunca esteve exposto ao publico e será colocado em exposição a partir desse momento da 10ª semana nacional de museus.

IMAGENS




quinta-feira, 10 de maio de 2012

Tempo comunidade de Maio 2012



Medicinas Tradicionais do Povo Kanindé


     Como de costume, alunos kanindé estão desde segunda feira em campo, pesquisando o tema Medicina Tradicional, indo até as casas dos verdadeiros conhecedores da medicina tradicional do povo.






Entrevista com rezadeira da aldeia balança
Ao chegar à residência da rezadeira, na comunidade Balança, nos deparemos com muitas pessoas, na qual pedimos permissão para entrevista-la, então começamos a entrevista, com Dona Maria Mendes de Abreu que é mais conhecida na região como “Dona Maria rezadeira”, fala que começou a rezar com 10 anos de idade em seus irmãos, relata que cura todos os doentes que chegam em sua casa,  na hora que de sua rezar fica concentrada nos encantados e quer que ninguém fale, para não o desconcentrar. 

E diz que quem cura não é ela e sim Deus, e que esta curando porque Deus deu essa missão, relata também que não pretende repassar os seus conhecimentos para outra pessoa porque não pode, por que esse dom foi designado a ela e se ela repassar ela não pode mais curar porque a sua reza não terá mais forças, quando fica doente ela fala que ela mesma se cura, não vai ao médico e que os guias dela cura.

Já os remédios caseiros  não aprendeu a fazer com ninguém, mas sim Deus que deu o dom e a sabedoria para que ela faça os remédios, Fala também que já curou dois leprosos, dois médicos e entre outras graças já sucedidas.

Texto: Nedson Gomes e Carleone Vieira, Alunos 2º ano EM e tutores alunos E. Fundamental 




"As plantas sempre foram usadas pelos índios para cura. Eles foram os primeiros a perceberem que alguns vegetais poderiam curar"





quarta-feira, 2 de maio de 2012

Intercambio Cultural Em Aquiraz




Escola Indígena Jenipapo Kanindé

       A visita à aldeia Jenipapo Kanindé teve como objetivo conhecer a aldeia, e seus costumes, ao mesmo tempo repassa- ló um pouco da história e vivencia dos kanindés. Começamos com uma visita no museu onde foi explicado por Alunos da escola Jenipapo, que abordaram os fatos de sua comunidade, e os alunos kanindé observaram as peças do museu que é mostrado através de peças antigas da comunidade, armadilha para a prática da caça, artesanato e fotografias. Falaram Também sobre as suas lutas, principalmente contra a fábrica da Ypióca, que é uma de suas inimigas por estarem tirando e poluindo a água da lagoa encantada.



  



Guardiã da memoria, de nome Pequena, mas uma grande guerreira que sempre lutou pelos direitos de seu povo, relata que no começo sofreu muito com o preconceito diante dos homens da própria comunidade por ser mulher e querer ser cacique. E quebrou esse preconceito, levantou a voz e disse “Se eu estou aqui é por que fui enviada por Pai TUPÃ e ninguém vai me e impedir de ser o que tenho vontade”.








Um dos costumes que desde muitos anos vem sendo praticado pelo povo Jenipapo é a prática da farinhada, no qual os alunos foram até o local da casa de farinha para conhecer o processo da mesma, explicada por um agricultor da comunidade. E no final das explanações os alunos ainda saborearam comendo beiju e farinha. 


A lagoa Encantada é um lugar sagrado para seu povo, pois é dela que o povo sobrevive através da pesca de mão e de galão. No período de pesca é uma festa na comunidade, principalmente das crianças, pois gostam muito de pescar com as mãos.
Já o morro do Urubu é um local em que sentimos a força da natureza, lugar onde habitava multidão de moreninhos e todos que passavam nesse local chamava de morro do urubu.
Habitava grandes quantidades de aves e animais, e com o passar dos tempos com a chegada dos desconhecidos e aventureiros, esses animais deixaram suas habitações nativas, uma perda muito grande para o povo, pois com esses animais cantando dava alegria ao povo. 




Alunos da Escola Kanindé apresentado a comunidade


Para finalizar essas trocas de informações de cultura e saberes, alunos da escola kanindé apresentaram um pouco da história do povo, abordando a cultura do povo, seus costumes, memória kanindé que é o museu kanindé e as organizações da comunidade. 

Seu Chiquinho Liderança da comuniade