segunda-feira, 28 de março de 2011

MUSEU DO INDIO



PROJETO DE DOCUMENTAÇÃO DE LÍNGUAS E CULTURA INDÍGENAS

Museu do Índio
FUNAI
PÁGINA INICIALPROJETOSNOTÍCIASEVENTOSFALE CONOSCO
O PROJETO DE DOCUMENTAÇÃO DE LÍNGUAS E CULTURAS INDÍGENAS BRASILEIRASCONHEÇA AS LÍNGUAS INDÍGENAS NO BRASILO QUE É DOCUMENTAÇÃO LINGUÍSTICA?

A Fundação Nacional do Índio-FUNAI, a Fundação Banco do Brasil e UNESCO, por meio do Museu do Índio (MI), órgão científico-cultural sediado no Rio de Janeiro, iniciaram um amplo projeto de documentação das línguas indígenas no Brasil, a ser desenvolvido em conjunto com diversas instituições e pesquisadores.

A documentação das línguas nativas ainda existentes no país - entre 150 e 180 línguas - é uma tarefa urgente. Esta extraordinária diversidade cultural e lingüística está ameaçada. Conhecê-la e documentá-la exige um esforço imediato e coletivo. Entendemos que este trabalho deve incluir a participação efetiva das comunidades e dos falantes, aos quais, afinal, são destinados os produtos de qualquer documentação.

O Projeto de Documentação de Línguas Indígenas (PRODOCLIN), apresentado neste site, é coordenado e gerido por especialistas e conta com um Conselho Científico composto por linguistas de renome e que têm se dedicado ao estudo de línguas indígenas no Brasil.



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A HISTÓRIA DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS

HISTÓRIA DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS

Yellow KidHistória em quadrinhos... quando será que ela começou? com a primeira história do Donald? Ou do Mickey? Não, muito antes, amigos... na era das cavernas!

Já na Pré-História o homem primitivo desenhava, nas paredes das cavernas em que morava, cenas de sua própria vida: homens armados de lança, correndo atrás de um bisonte. Eram desenhos contando uma história, a história de suas caçadas. Assim começaram as histórias em quadrinhos.

Muito tempo depois, no Egito, sua escrita, os hieróglifos, já eram uma mistura de letras e desenhos em continuação. Os monumentos egípcios trazidos pelo Império Romano - como a "Coluna de Trajano" - mostram, numa sucessão de desenhos feitos numa coluna de pedra, como o faraó construiu uma pirâmide para seu túmulo, glorificando seu governo. Essa historieta começa lá em cima e vem se desenvolvendo até embaixo.

A história em quadrinhos - ou comics, nos Estados Unidos,bande dessinée, na França, fumetti na Itália - surgiu, tal como a conhecemos hoje, com a invenção da imprensa.

Os primeiros jornais quase que só traziam texto; as ilustrações eram raras. O desenho era incluído ocasionalmente nos artigos e havia três tipos de ilustração: a caricatura, o desenho de um objeto ou retrado de uma pessoa e o que reproduzia, de maneira realista, o acontecimento descrito no texto.

A caricatura era quase sempre de caráter político, refletia a opinião do jornal sobre personalidades famosas ou fatos históricos.

A ilustração das reportagens ou narrativas reproduzia sempre o que estava contado no texto.

Quando a fotografia foi inventada, essa técnica antiga foi inteiramente modificada. em 1886, o fotógrafo Nadar, do jornal francês Le Figaro, sugeriu que as fotos do seu entrevistado fossem montadas na primeira página do jornal, numa série de instantâneos. Era a dinamização da imagem ao lado do texto que se iniciava.

Os editores de jornais americanos começaram a notar que o público preferia os textos com imagens. As duas maiores empresas jornalísticas eram lideradas por Pulitzer e Hearst, nos fins do século XIX. Foi Pulitzer o primeiro a dar oportunidade a um desenhista de quadrinhos. Chamava-se Richard Outcault, e passou a apresentar (no jornal World), The Yellow Kid (O Garoto Amarelo).

As aventuras desse personagem eram mostradas por meio de desenhos em quadros sucessivos. O que mais sensação causou foi o aparecimento do texto dentro da própria imagem, circundado por um traço que se fechava apontando para a boca do personagem. Esse artista lançava, assim, em 1896, uma das técnicas fundamentais da história em quadrinhos: o "balão".

Hoje a história em quadrinhos tomou conta do mundo inteiro e não só diverte crianças, jovens e adultos, mas também é estudada nos cursos de comunicação, ela que é um poderoso meio de comunicação pela imagem-texto.

quarta-feira, 23 de março de 2011

o povo kaninde vive até hoje da caça, desde novos as crianças aprendem as

tecnicas e como fazer as armadilhas

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
















Momento histórico para o povo kanindé no municipio de aratuba, no ultimo dia 29 de dezembro de 2010 a Escola Manoel Francisco dos Santos Certificou sua primeira turma de 9º ano e EJA foi um momento de muitas emoções pois depois de muito preconceitos ameaças de mortes para lideres do povo, mostramos que o papel da Escola e das lideranças é lutar por uma educação voltada para o crecimento da comunidade e conseguimos nossaoproximo passo é implantar o ensino médio e garanto que com a foça dos encantados e o enpenho da comunidade vamos chegar lá







































quinta-feira, 2 de dezembro de 2010


Trabalhamos com amor,

fortes, firmes e de pé

essa e agricultura de

subsistência do nosso

povo kanindé.


Só, se, falta se perder

no meio da plantação,

plantamos, milho,fava

e feijão pra nossa

alimentação.


As crianças animadas na

colheita do feijão, comendo

milho e pamonha na

maior animação

encostados no fogão.


A velha panela de barro

já no fogo a ferver, o milho

em cima da brasa que dar

gosto de se ver menino lambendo

o beiço so esperando comer.


o pai sai com a enxada cachorro

latindo a traz, vai procurando as

caças de um jeito bem voraz

se brigar com o cachorro ele

volta para traz.


O jumento e levado para auxiliar

no transporte seja do agricultor ou de

uma carga de porte seja lenha ou

legumes ele e quem faz o

transporte.


Reginaldo Professor da escola Kanindé

Agricultura de subsistência




Agricultura de subsistência





A agricultura de subsistência é aquela em que, basicamente, a plantação é feita geralmente em pequenas propriedades e a finalidade principal é a sobrevivência do agricultor e de sua família, não para a venda dos produtos excedentes, em contraposição à agricultura comercial.

Desde a chegado dos índios kanindé de Aratuba na comunidade Fernandes em 1915 que a comunidade tem como fonte de renda a agricultura de subsistência onde basicamente toda a comunidade retira da terra seu próprio alimento durante um período a comunidade passou a trabalhar com a plantação de verduras como cenoura que prejudicou muito o solo e deixou algumas áreas muito degradadas essa forma de trabalho foi implantada por pessoas que não se preocupavam com o solo e por muito tempo praticaram essa atividade na comunidade ate que o solo ficou fraco. Durante alguns anos as verduras foram uma boa fonte de renda mais depois a produção diminuiu dando apenas prejuízo pois o solo não tinha mais condições para a produção.

Hoje a comunidade sobrevive apenas das agricultura de subsistência que e praticada em uma área de aproximadamente 150 hectares onde as pessoas plantam no sistema de capoeira: brocam,queimam e fazem plantações durante dois ou três anos após esse período deixam a área em repouso. No ano de 1996 aconteceu um conflito com os agricultores da fazenda alegre por causa de uma área de 300 hectares de terra onde era utilizado por nosso povo para a agricultura essa área e chamada de “GIA” onde plantávamos em sistemas de coletivos, o local já era utilizado pelos mais velhos da comunidade foi um grande conflito chegando a haver ate ameaças de morte pois os agricultores do alegre começaram a abrir piques (locais para passar cercas) sem nenhuma comunicação estavam cercando nosso território daí a comunidade se mobilizou e foi defender seu território inclusive armados com o apoio de outros povos indígenas como os Tremenbes de almofala com muita força e luta conseguimos não deixamos eles tomarem o que já era nosso. Hoje essa área tem uma parte destinada a reserva e outra para a agricultura, se não fosse esta grande conquista não teríamos onde plantar e nem como sobreviver fisicamente nem culturalmente

A agricultura e praticada por todas as famílias da comunidade e os pais repassam para os filhos desde pequenos, dessa forma repassam a cultura do povo e ensinam as técnicas de cultivo. A agricultura praticada por nosso povo e uma agricultura baseada apenas no trabalho braçal,utilizam ferramentas como enxadas,foices,etc.

No período de inverno a rotina e sempre a mesma acordam cedinho, as cinco horas ou mais cedo para prepara a merenda e fazer o café logo após saem para o roçado muitas vezes levam um jumento para seu transporte ou trazerem lenha. Os meninos maiores as vezes acompanham o pai e o ajudam no plantio sempre o pai avisa a quantidade certa de sementes a serem plantadas de acordo com o terreno ou os tipos de sementes como a fava e o milho na mesma cova que serra verificado assim que as sementes germinarem se o plantio foi feito corretamente as mães ficam fazendo o

almoço mais as vezes também acompanham o esposo, no roçado alguns mais experientes se baseiam através sol para saber a hora de ir para casa.

O plantio depende do inverno que se inicia em janeiro,fevereiro ou março, mês que e comemorado o dia de são José padroeiro da comunidade onde as pessoas tem bastante devoção, segundo os mais velhos, se chover no dia 19 de março, dia do padroeiro e sinal que o inverno serra bom e a produção sera suficiente para o próximo ano Além disso os mais velhos da comunidade se baseiam em experiências através da observação da natureza como as formigas de asa, as floração de plantas como os pódarcos roxo e amarelo,o mandacaru entre outras experiências

Os alimentos produzidos na comunidade são a fava,milho, feijão,arroz elementos básicos da alimentação do povo kanindé, outros alimentos são comprados na cidade distante 5km da comunidade.

Segundo os mais velhos da antes se plantava pouco e se colhia o suficiente para se alimentar ate o prossimo inverno pois a fatura era grande e as pessoas viviam somente da agricultura não tinha nem tempo de estudar pois era de casa para a roça alguns com muito sacrifício chegavam a 5ª serie.

Para os mais velhos a agricultura e uma forma de valorizar a cultura de nosso povo mais a maioria dos jovens não valorizam esse trabalho e muito menos os estudos segundo seu Maciel pajé da aldeia no seu tempo não se tinha facilidades como hoje e os jovens não aproveitam as oportunidades.


texto escrito e digitado por alunos

terça-feira, 19 de outubro de 2010

José Lopes poeta kanindé


1

Atenção dona Maria

Preste atenção seu José

Pra uma historia verídica

De um povo de muita fé

Com muito prazer eu digo

Que a revista caros amigos

Falou dos índios Kanindé.

2

Esse belo público

Destaca o Canindé

Pro siga em escutar

Que vou dizer quem ele é

No século XVII e viveu

E era costume do povo seu

Usar o nome de cacique e de pajé.

3

Canindé era o nome do chefe

Afirmado por muita gente

Diz a jornalista Fernanda

Autora do fascículo realmente

São descendentes dos Janduís

Algumas partes do país

Rio grande principalmente.

4

Essa luta vem de longe

E não pode parar não

Somos dependentes de Izaque

De Jacó e de Abraão

Quando aceitamos a fé

Somos índios Canindés

Nesse pedaço de chão.

5

Segundo os holandeses

E o povo de Portugal

Entre séculos XVII e XVIII

Essa história é real

A segura Francisco Karan pesquisador

Que era um povo lutador

Canindé o seu líder afinal.

6

O padre Neri Feitosa

Fala também a respeito

Que os Canindés e jenipapo

Falam do mesmo jeito

No sertão do Curú

Quixeramobim e Banabuiú

Seu trabalho era perfeito.

7

A nossa etnia é formada

Por esse povo de fé

Na serra da Gameleira

No sertão de Canindé

E sitio Fernandes Aratuba

Serra de Baturité.

8

Em 1995

Foi conquistada a terra da gia

Desapropriada pelo INCRA

Para a nossa Etnia

Em 1996

Foi conquista outra vez

Iniciativa de José Maria

9

Quem será o José Maria?

O chefe lá do museu

Que recebe com alegria

Todo dia o povo seu

É um cabra fora do serio

Conhecido por Sotero

Em toda nossa etnia.

10

Agora vou terminar

Com minha participação

Sou feliz em estar

Junto com esse povão

Mais conquista nos teremos

Se nós lutaremos

Em uma só união.

11

Agradeço a Terezinha

Que me deu esse valor

Ao Elenilson e ao Cícero

Ao Sotero e ao Senhor

Que me deu esse momento

Nesse grande evento

Para o poeta escritor.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Este video mostra a emoção de cacique sotero na primeira etapa do curso de formação superior para professores indígenas no estado do ceará, onde ele afirma ter sido ameaçado de morte varias vezes e afirma que morerar lutando pela libertação e reconhecimento de seu povo e em especial os professores com a ardua missão de juntos com os velhos da aldeia escreverem uma nova história para os pequenos da aldeia